"Acredito muito em carros híbridos", diz CEO da Ferrari
22/08/2013 15:43 -
Luca di Montezemolo diz, no entanto, que não tem planos de produzir veículos com propulsão 100% elétrica
da Redação
O superesportivo LaFerrari foi o primeiro modelo híbrido da marca italiana. E, se depender de Luca di Montezemolo, CEO da empresa, o carro não será ser o único. No entanto, o executivo descartou, pelo menos por enquanto, a possibilidade de a marca do "cavallino rampante" produzir um carro elétrico. "Não acredito em elétricos, mas acredito muito em híbridos", disse Montezemolo.
O CEOa também revelou mais detalhes sobre os planos futuros da marca. A empresa pretende construir menos carros a preços mais elevados e com mais personalização. Tudo isso para manter o sentimento de exclusividade dos proprietários dos carros. Para este ano, o plano é construir cerca de 400 unidades a menos do que em 2012, o que fará com que a produção total de 2013 se fixe em torno dos 6.900 carros. "Quero ter carros diferentes para os diferentes ferraristas. Temos uma série de atividades paralelas, como licenciamento de produtos, que podem aumentar a receita sem sermos obrigados a produzir mais carros", concluiu o italiano.
da Redação
O superesportivo LaFerrari foi o primeiro modelo híbrido da marca italiana. E, se depender de Luca di Montezemolo, CEO da empresa, o carro não será ser o único. No entanto, o executivo descartou, pelo menos por enquanto, a possibilidade de a marca do "cavallino rampante" produzir um carro elétrico. "Não acredito em elétricos, mas acredito muito em híbridos", disse Montezemolo.
O CEOa também revelou mais detalhes sobre os planos futuros da marca. A empresa pretende construir menos carros a preços mais elevados e com mais personalização. Tudo isso para manter o sentimento de exclusividade dos proprietários dos carros. Para este ano, o plano é construir cerca de 400 unidades a menos do que em 2012, o que fará com que a produção total de 2013 se fixe em torno dos 6.900 carros. "Quero ter carros diferentes para os diferentes ferraristas. Temos uma série de atividades paralelas, como licenciamento de produtos, que podem aumentar a receita sem sermos obrigados a produzir mais carros", concluiu o italiano.
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